Não consigo ler os seus olhos...

| 22 dezembro 2008 | 1 Comentários |

"Dói saber que teu coração não me pertence
Dói saber que teus pensamentos não me incluem
Dói não ser parte de seus planos, nem sonhos, nem devaneios.
Dói te ver sorrindo feito bobo, longe em pensamentos, a pensar em alguém que não sou eu...
E saber, que apesar de todo amor que guardo aqui dentro,
não é o suficiente pra amolecer seu coração;
Que todos os meus pensamentos estão atados a você,
mas eu não chego até onde você está...
Me perdi no caminho de seu amor;
Me perdi no caminho de seu coração.

Só lamento estar morrendo, por fora e por dentro
e não conseguir decifrar os seus olhos...
Só lamento ver o tempo passar, e, sendo dura comigo mesma, não poder alcançar o sonho longíquo.

Sonho este, de te ter em meus braços, a dizer que me ama, ouvindo sua voz apaixonada entoando o hino dos amantes apaixonados, a frase que, dentre todas no mundo, é a mais tocante, a mais singela, a mais sincera.

Lamento saber o amargor que me aguarda mais à frente, amargo da dor, da solidão, do não decifrar de teus olhos, do 'eu te amo' nunca proferido de teus lábios..."

Noite negra, coração bobo...

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Noite que traz pensamentos distantes, desperta anseios reprimidos, sonhos proibidos. Noite que engana com sua beleza, e traz em si própria, melancolia, solidão, tristeza.
Eterna companheira da lua e das estrelas...

Meu coração palpita ao vê-las. Coração que de bobo, se deixa afogar no brilho negro e soturno, no frio inquietante, na solidão das ruas cinzas. Se embriaga com o perfume barato da prostituta na esquina... Se embala com a velha canção do bêbado vagabundo que ronda por ali.
Coração bobo, que vê a graça do amor em tudo. Até no suspiro, que refresca a noite negra e vazia...

Ouro de Tolo

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O que ganhei por te amar?
Rejeição, desprezo, indiferença.
Amor que não passa, não morre, que aos poucos me mata.
Amor que machuca, maltrata. Não se desgasta.
Que aparenta verdade, aparenta ardor.
Na verdade, amor que ilude, corrói, destrói.
É puramente Ouro de Tolo...

Cinzas de uma afeição...

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Você vai se desesperar com minha ausência, chorar com meu silêncio
sofrer com meu desprezo...
E quando a saudade gritar em seu peito, ouça no vento, o lamento das lágrimas que derramei, as gotas quentes que caíram incessantes, em minha face gelada.


Não me terás por perto, pra te ouvir, te amparar, te acalentar...
Em meu lugar, apenas as cinzas, de uma afeição que se queimou...
| 08 dezembro 2008 | 2 Comentários |

Eu falo por metáforas e reticências, você fala com ecos de silêncio...

Você me feriu de morte...

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Trago um fel ao peito, no lugar do coração. Onde antes, pulsava sangue, agora, escorre bile...

A criança que havia em mim morreu...

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Alguém pode me fazer esquecer
as longas noites sem dormir
os pesadelos em minha mente,
as marcas que ficaram em meu ser?

Posso sentir até hoje, teu suor asqueroso
E quem pode me limpar disso?
Traga de volta o que você me roubou.
Matou meus sonhos e minha perspectiva de amor.

Devolva a criança que vivia em mim...

╬† Literatura no Mundo ╬†

╬† Autores ╬†

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